Crônica: Alguns amores são platônicos, outros daltônicos!
- Ellaine Toledo

- 9 de mai. de 2022
- 2 min de leitura
Atualizado: 18 de jan. de 2024
por Ellaine de Araujo Campos Toledo

De acordo com Platão, filósofo e matemático grego, o amor platônico é a idealização de uma relação afetuosa, desprovida de qualquer interesse, centrado apenas em virtudes...
Muitos amores são idealizados e não vividos em sua plenitude, principalmente pela falta de percepção da realidade, a essa falta de percepção chamaremos “amor daltônico”. Daltonismo é um distúrbio visual que compromete a capacidade de percepção das cores.
Mas, fenômenos da visão à parte, um amor daltônico é aquele que perdeu a capacidade de ver as mais nobres cores de seu relacionamento e de alguma forma começa a enxergá-lo totalmente cinza.
Sabemos que manter um relacionamento saudável nem sempre é fácil, mas, desistir nas primeiras dificuldades é ainda pior! É perceber apenas as cores complementares, o contraste... vale lembrar que quem define as cores do seu relacionamento é você!
Se você é o tipo de pessoa que reclama de tudo, nada está bom, sempre está criticando o seu parceiro ou parceira, se tudo tem que ser do “seu jeito” ... então, perderá a sensação visual das mais belas tonalidades de cores da vida, do amor! Perceber as cores quentes, além das neutras e frias é um privilégio de poucos!
Todo relacionamento começa com uma paleta de cores com pigmentos fantásticos, sublimes, então, colocamos toda intensidade e determinamos a presença do brilho. A questão é: quando nos tornamos opacos e o cinza se tornou totalidade?
Por outra ótica, perceber mais as qualidades do que as falhas no outro é colorir a própria vida! Escolher a tonalidade perfeita e decidir o tom é mais que nunca, entender que nem sempre estaremos cercados de virtudes e que não importa se primárias, secundárias ou terciárias, ainda assim, temos a extraordinária habilidade de colorir!
Seja matizado, brilhe e deixe brilhar!
Sucesso!
Imagem de Artie_Navarre por Pixabay




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